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SPIRAL propõe um quadro metodológico constituído por 8 fases que formem um ciclo que vai do conhecimento até a ação e que se repete varias vezes. Ao nível local, consideramos 3 ciclos sucessivos, que amplia progressivamente o circulo dos atores envolvidos na abordagem, a imagem de uma espiral.

Ver mais sobre as fases e os ciclos

As 8 fases

São as fases de um processo implicando um conjunto de atores / cidadãos que partilhem um espaço de vivencia, que seja territorial o institucional, comum. Essas fases vão do conhecimento a ação, sua realização e a sua evacuação.

  1. Organizar, mobilizar : organização do processo e da mobilização dos atores / cidadãos visados.
  2. Co-definir os objetivos do progresso : os atores / cidadãos co-definem os objetivos do processo que pretendem, referindo-se ao progresso societal até o bem estar de todos a traves da coresponsabilidade.
  3. Co-avaliar : os atores / cidadãos avaliem da situação atual em conforto com os objetivos estipulados.
  4. Projetar, comparar : reflexão, pensar sobre o futuro com diferentes senários possíveis e casos de ação e de comparação das diferentes possibilidades.
  5. Codecidir, comprometer-se : escolhas consensuais são feitas e traduzem-se em compromissos concretos e decisões, nomeadamente em termos de mobilização de recursos e de desenvolvimento de parceiras.
  6. Realizar juntos : implementação das ações que foram codecididas .
  7. Co-évaluer ex-post : les acteurs/citoyens évaluent ensemble les résultats et l'impact obtenus et en tirent des enseignements pour la suite du processus.
  8. Fazer um balanço, preparar o que vem a seguir : os atores / cidadãos fazem um balanço do processo e paparem o ciclo de progresso seguinte.

Os três ciclos de progresso

Cada um dos três ciclos constitua um passo significativo para a coresponsabilidade até o bem estar de todos, tanto em termos de numero de atores e de cidadãos envolvido como em termos de clarificação e de fluidez do processo.

  1. Durante o primeiro ciclo (apropriação) o processo e iniciado com os atores já envolvidos o facilmente mobilizáveis, incluindo os que participam ativamente ao grupo de coordenação. Constitui uma oportunidade para definir claramente a abordagem e que o grupo de coordenação possa apropriar-se essa abordagem.
  2. Durante osegundo ciclo (mobilização) alargamos progressivamente o circulo das pessoas que participem a abordagem até incluir todos os habitantes e os atores do território, nomeadamente através de os grupos homogéneos e a sua desmultiplicação.
  3. O terceiro ciclo (consolidação) consiste em ultrapassar os limites do espaço de vivencia para fazer dele uma ligação com os outros territórios e espaços de vivência

O quadro metodológico de SPIRAL se compõe de diferentes variantes, conforme ao tipo de espaço de vivencia onde a abordagem esta desenvolvida. Pode ser :

  • um território (uma aldeia, uma freguesia, um conjunto de conselhos, um parque natural, uma cidade, um bário, etc.).
  • um ator colectivo: uma escola, um hospital, um serviço publico, etc.

Independentemente do espaço de vivencia (território o espaço comum) a abordagem implica a construção de um grupo de coordenação que representa as diferentes pessoas o atores que partilhem este espaço : associações locais de habitantes (no caso de um bário o de uma freguesia), plataforma multi-atores (no caso de um território mas amplo : freguesia, cidade, etc.), as diferentes categorias socioprofissionais e também os clientes e fornecedores de uma empresa, etc.

Para os que ainda não dispõe de um grupo de coordenação, SPIRAL propõe o Ciclo 0. Esse ciclo tem esse nome porte se situa a montante da constituição de um grupo de coordenação que constitui o Ciclo 1. Isso pode ser para, por exemplo, um grupo de cidadãos o um grupo qualquer.

Visão global dos 3 ciclos e das 8 fases de SPIRAL no caso de um território

O esquema seguinte apresenta um panorama dos três ciclos da metodologia SPIRAL no caso de um território. No primeiro ciclo de SPIRAL, a abordagem se faz com os atores e os cidadãos já mobilizados, no contexto de uma plataforma multiatores (em vermelho). Esse primeiro ciclo SPIRAL tem um papel proeminente para que a plataforma multi atores possa apropriar-se os objectivos e a filosofia da abordagem e de implementar-la ao seu nível para criar as condições institucionais, politicas e económicas para que, no segundo ciclo, o conjunto dos cidadãos do território (em cor de laranja) possam envolveres no coresponsabilidade para o bem estar de todos ao seu nível e independentemente das condições. Ema vez esta mobilização adquirida, será possível iniciar um novo ciclo para permitir de abrir a abordagem a outros territórios (em verde).

Para navegar nas páginas das diferentes etapas, basta clicar sobre o numero que corresponde a etapa e, assim, você abre o tutorial correspondente.
image/svg+xml 6 - Réaliser ensemble 5 - Codécider, s'engager 4 - Projeter, comparer 3 - Coévaluer 2 - Co-définir des objectifs 1 - Mobiliser, organiser 7 - Co-évaluer ex-post 8 - Faire le bilan, préparer la suite de progrès 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22a 22b 23 24 25 26 27 28 31 32 33 34 35 36 37 38 image/svg+xml Acteurs et citoyens déjà mobilisés Autres acteurs et citoyens du territoire Acteurs et citoyens vivant hors du territoire et potentiellement mobilisables

(L'ordre des phases et des cycles est logique mais non prescriptif)

Tableau de résumé des différentes fiches méthodologiques

1 - Mobiliser, organiser 2 - Co-définir l'objectif 3 - Co-évaluer ex-ante 4 - Projeter, comparer 5 - Co-decider, s'engager 6 - Réaliser ensemble 7 - Co-évaluer ex post 8 - Bilan et préparation cycle suivant
Premier cycle: PREPARATION (Créer les conditions locales pour que la co-responsabilité pour le bien-être de tous devienne possible) T11: Constituer et organiser la Plateforme Multi-acteurs (Groupe de Coordination) T12: S'approprier l'objectif du BET en tenant compte des générations futures T13: Co-évaluer la capacité locale à atteindre l'objectif du BET T14: Identifier les voies nécessaires et celles possibles pour structurer la coresponsabilité T15:Codécider d'un plan d'actions structurantes T16: Co-réaliser le plan d'actions structurantes T17:Co-évaluer les impacts obtenus et potentiels T18: Premier bilan par rapport à l'objectif du BET - Préparer la mobilisation des citoyens (organisation, communication)
Deuxième cycle: MOBILISATION (des citoyens et autres acteurs non encore mobilisés) T21:Constituer et démultiplier les Groupes Homogènes (GH) de citoyens T22a: Définir l'objectif du BET avec citoyens +T22b: Traitement critères et synthèses T23: Prise de connaissance et validation par les citoyens des synthèses, acquis et possibilités (en GH) T24: Identifier des idées d'actions aisément réalisables (en GH) T25:Passer des idées aux actions et un plan d'action (en Groupes Arc-en-Ciel puis groupes par action) T26: Co-réaliser le deuxième plan d'action (élargi aux citoyens) T27:Co-évaluer les progrès obtenus et potentiels T28:Deuxième bilan par au BET - Elaborer et mettre en débat un pacte territorial de coresponsabilité pour le BET
Troisième cycle: CONSOLIDATION(systématisation de la coresponsabilité pour le bien-être de tous) T31:Elargir et consolider le Groupe de Coordination (intégration multi-acteurs et multi-niveaux) T32: Construire des indicateurs de progrès (Bien-Être de Tous et ressources) T33: Auto-enquêtes individuelles et collectives: réaliser, traiter, consolider, restituer T34: Elaborer et comparer divers scénarios territoriaux de coresponsabilité pour le bien-être de tous T35:Co-décider du choix d'un scénario et des politiques à mettre en place T36: Co-réaliser le scénario territorial de coresponsabilité pour le bien-être de tous T37:Suivre, évaluer et apporter des ajustements T38: Troisième bilan - Préparer les processus de consolidation supra-territoriaux)