Chargement...
 

Suivre les derniers ajouts

 ::  Flux RSS Coordination Groups
Flux RSS Homogeneous Groups

Groupes de coordination

ID_GCIntituléPaysRégionContinentPlatform levelReferent PlatformTypeMembers of the Coordination GroupFree fieldFree termsActors members of the GCGéolocationPlat-form descriptionArticlepf_pictureTerritory descriptionRésumé - processusSupport needsAutres informationsContactsValidéCurrent Well-being and eCO2 situation Nos choixActor typeCréé ledernière modif.
GC280857Achada MentirosaCap-Vert Cap-VertFogoAfrica2A CRP de FogoTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Achada Mentirosa foi criada no…..1,325Achada Mentirosa é uma comunidade da Freguesia de São João Baptista, no Concelho de São Filipe na ilha de Fogo em Cabo Verde.2016-07-27 22:492018-04-01 03:14
GC280856Achada GrandeCap-Vert Cap-VertFogoAfrica2A CRP de FogoTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Achada Grande foi criada no….1,324Achada Grande é uma comunidade da Freguesia de ……, no Concelho de São Filipe/Santa Catarina/Mosteiro na ilha do Fogo em Cabo Verde2016-07-27 22:402018-04-01 03:11
GC280855Achada FurnaCap-Vert Cap-VertFogoAfrica2A CRP de FogoTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Mato foi criada no….1,323Achada Furna é uma comunidade da Freguesia de São João, no Concelho de São Filipe/Santa Catarina/Mosteiro na ilha do Fogo em Cabo Verde2016-07-27 22:392018-04-01 03:09
GC280849Compo BaixoCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Compo Baixo foi criada no…..1,317Compo Baixo é uma comunidade da Freguesia de São João Baptista, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-27 22:062018-03-29 22:13
GC279730Nossa Senhora do MonteCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Nossa Senhora do Monte foi criada no…..881Nossa Senhora do Monte é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora de Ajuda, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-05 10:492018-03-29 22:11
GC279729Mato GrandeCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Mato  Grande foi criada no…..880Mato Grande é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora de Ajuda, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-05 10:462018-03-29 22:10
GC279728MatoCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility

Resumo

A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Mato foi criada em 2009 uma Associação comunitária sem fins lucrativos, com a sua sede na localidade do Mato, com objetivo principal de desenvolver atividades que visem a promoção e o desenvolvimento da comunidade do Mato em particular e da Brava na sua generalidade, com melhoria de vida dos seus habitantes. A associação tem cerca de 45 membros inscritos.

Descrição detalhada

Nome: Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Mato

Data de criação: 2009

Estatuto: Associação comunitária sem fins lucrativos com objetivo principal de desenvolver atividades que visem a promoção e o desenvolvimento da comunidade do Mato em particular e da Brava na sua generalidade, com melhoria de vida dos seus habitantes

Membros:  cerca de 45 membros inscritos

Órgãos sociais:

Parceiros:

Instrumentos de gestão: PLLP e Plano de atividade anual (ver Planos de Acção  no ponto 4-Resultados

Factos importantes na história da associação:

 

879

Resumo

Mato é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora do Monte, no Concelho de Brava em Cabo Verde, fica situada na parte sul da ilha no pé de fontainha o ponto mais alto da ilha, a localidade do Mato ou lima doce como também é conhecido fica cerca de 7 km do centro da cidade de Nova Sintra.

A Localidade do Mato também conhecida pela “COROA DA BRAVA”, toda a área circundante ao Pico de Fontainhas e, por conseguinte, por estar acobertada/ amparada pela “EXCELÊNCIA DO MICRO CLIMA” do “MONTE FONTAINHAS” e porque um número razoável dos seus filhos possui boas e ricas extensões de terreno que até fazem fronteira com o seu sopé – bem ideais para a prática de agricultura de sequeiro e pastoreio, sobretudo de gado bovino e caprino, e galinhas fazem dela uma “Comunidade de Criadores de Gados e de Gentes de Azágua”.

Descrição detalhada

Nome: Localidade do Mato, também conhecida por Lima Doce ou pela “COROA DA BRAVA”

Localização e área: Mato é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora do Monte, no Concelho de Brava em Cabo Verde. Cobre toda a área circundante ao Pico de Fontainhas, ponto mais alto da ilha situado no sul da ilha.

Accessibilidade: Mato encontra-se a 7 km do centro da cidade de Nova Sintra, capital da ilha, com ligaçao por uma estrada alcatarada

Demografia: Mato tem ... habitantes. A populaçao é composta de ... A têndencia é.....

Meio natural e ocupação do espaço: Por estar acobertada/ amparada pela “EXCELÊNCIA DO MICRO CLIMA” do “MONTE FONTAINHAS” e porque um número razoável dos seus filhos possui boas e ricas extensões de terreno que até fazem fronteira com o seu sopé – bem ideais para a prática de agricultura de sequeiro e pastoreio, sobretudo de gado bovino e caprino, e galinhas fazem dela uma “Comunidade de Criadores de Gados e de Gentes de Azágua”.

Atividades económicas:Preencher

Outras caracteristicas:Preencher

Situação antes o PLPR e o POSER: Preencher

Situação hoje: Preencher

 

Resumo

 

Descrição detalhada

Impactos

 

Microprojectos em curso

 

Microprojectos a procura de financiamento

 

Procedimentos para apresentação e aprovação de projectos 

 

 

 

Resumo

 

Descrição detalhada

   Datas                   Necessidades de apoios e intercâmbios                            Parceiros contactados                                           Apoios e intercâmbios obtidos/realizados                      
... 
... 
... 
... 
... 
... 
... 
... 

Contactos da ACD:

Contactos dos facilitadores:

2016-07-05 10:412018-03-29 22:08
GC279727LémCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Lém foi criada no…..878Lém é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora de Ajuda, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-05 10:352018-03-29 22:07
GC280852Lomba TantumCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Lomba Tantum foi criada no…..1,320Lomba Tantum é uma comunidade da Freguesia de São João Baptista, no Concelho de Brava em Cabo Verde

 

PRATICA INOVADORA: Unidade de produção de gelo

Consideramos que a unidade de produção de gelo em Lomba Tantum seja uma prática inovadora, pois :

  • Abriu o caminho a uma nova oportunidade económica para a comunidade de Lomba, uma vez que a unidade de produção de gelo produz gelo para toda a ilha, essencialmente para outra zona pescatória (Furna), promovendo assim a conserva do pescado e consequentemente o aumento da renda dos pescadores e peixeiras. Também essa mesma unidade emprega uma pessoa;
  • Reforçou a coesão social local, tendo em conta que a maioria dos clientes da unidade de produção de gelo são mulheres. Também a fábrica ficou mais próxima de outras comunidades, por causa do gelo, que na ilha só é produzido em Lomba Tantum. Também o funcionamento democrátiico da ACD melhorou, pois com essa unidade os membros passaram a participar mais;
  • A unidade de produção de gelo é e está a desenvolver-se de forma sustentável porque os os pescadores e peixeiras estão a usar cada vez mais gelos para conserva do pescado e com isso a produção e consequentemente o lucro. A comunidade teve uma mais valia, que é essa fábrica  . As relações institucionais foram também reforçadas atraves dessa unidade;

 

2016-07-27 22:192018-03-29 22:06
GC281586FurnaCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Furna foi criada no…..1,427

 

A Localidade da Furna, situada naFreguesia de São João Baptista, extremo Norte da Ilha Brava. Comporta um númerode 161 agregados familiares e 612 (seiscentos e doze) habitantes e, em virtude,considerada uma comunidade relativamente grande.

A Furna é considerada a «porta deentrada e saída» da ilha Brava, pois é a sua bela enseada a acolher todas asembarcações que à ilha aportam, empenhadas na árdua, complexa, quanto elevada enobre, missão de tirá-la do isolamento. Por causa de tal condição, o principal«ganha-pão» das suas famílias tem girado/gira em torno da faina marítima:

 Trabalho no Cais e nos ServiçosAduaneiros;

 Pesca e Comercialização do Pescado;

 Construção de embarcações,sobretudo de pesca artesanal (botes).

 

A Comunidade da Furna, nos últimostempos, tem recebidos muitos projetos transformadores da parte do Governo deCabo Verde, com impactos diretos na vida da sua população como ampliação emodernização do seu porto, requalificação e modernização da sua unidade deprestação de serviços portuários, requalificação da sua avenida marginal,asfaltagem da estrada que a liga as restantes comunidades da Ilha,requalificação e modernização das suas unidades educativas, canalização de águae extensão de energia elétrica aos domicílios) e possuir boas potencialidadesde desenvolvimento, podendo oferecer às suas famílias oportunidadesdiversificadas de aferição de rendimentos.

 

2016-10-05 16:152018-03-29 22:05
GC280850Fajã D'ÁguaCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Fajã D´Água foi criada no…..1,318Fajã D´Água é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora do Monte, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-27 22:152018-03-29 22:04
GC279726Cova RodelaCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Cova Rodela foi criada no…..877Cova Rodela é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora de Ajuda, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-05 10:332018-03-29 22:03
GC280848CachaçoCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility

1- Historia da ACD

A Associação Comunitário para o Desenvolvimento de Cachaço foi criada no dia 10 de Março de 2001, com apoio do PNLP por um grupo de cidadão preocupados com a situação em que se encontrava a comunidade, com objectivo de resolver os problemas da comunidade, desenvolvendo estratégias para promoção do desenvolvimento da comunidade.

Em 2001 este grupo trabalhou na elaboração dos estatutos da associação com o apoio do PNLP, mas a sua legalização só ocorreu em 2005 e foi publicada no B.O. III série nº 18 de 13 de Maio de 2005.

Desde a sua criação, a associação tem dado particular atenção à sanidade do meio, habitação social e Pecuária, promovendo várias atividades geradoras de rendimentos, através da construção de infraestruturas, equipamentos e formação no domínio.

No entanto está previsto no estatuto da associação desenvolver atividades noutras áreas, tais como:

  • Desenvolver acções e programas que visem a formação associativa, profissional e técnica dos membros;
  • Realizar de forma continua formações para a comunidade na área da cultura e assistência social;
  • Desenvolver e melhorar a criação de animais;
  • Contribuir para a melhoria das condições de vida da comunidade;
  • Realizar acções comunitárias que tenham em conta a promoção de atividades geradoras de rendimentos;
  • Promover a melhoria das condições de saúde e educação da população.

Em 2012 a associação ja contava com a inscrição de 67 sócios, sendo 34 homens e 33 mulheres, que participam activamente em todas actividades desenvolvidas pela associação.

2- Situação da Comunidade antes da criação da associação:

Antes da criação da associação, a comunidade de Cachaço apresentava as seguintes caraterísticas: 

  • Algumas famílias não tinham habitação condigna
  • A comunidade não tinha acesso a água canalizada
  • Não tinham ligação à rede elétrica
  • Havia necessidade de um espaço em melhores condições para o fabrico de queijo.
  • Havia necessidade da formação, principalmente de jovens.

A comunidade estava dependente do emprego da FAIMO, registando-se casos de emigração da população jovem residente para os E.U.A, em busca de oportunidades de trabalho e melhoria das condições de vida. A falta de transporte de ligação Nova Sintra, impediu que muitos jovens continuassem os estudos.

1,316

A comunidade de Cachaço está situada na freguesia de São João Baptista, a 11 km da Cidade de Nova Sintra, no Concelho de Brava em Cabo Verde. Com uma população de cerca de 243 pessoas (a maioria mulheres chefes de família). Esta comunidade tem como principal fonte de rendimento atividades relacionadas com a prática de agricultura de sequeiro e pecuária.

Entre os principais problemas desta comunidade estão a elevada taxa de desemprego, que afeta a maioria da população, seguidos de problemas relacionados com a perda de solo agrícola e falta água.

Cachaço é uma zona em que a pricipal actividade geradora de rendimento é a prática de pecuária e remessas de emigrantes. As principais infraetruturas são uma escola do ensino básico, um jardim infantil e uma unidade de produção de queijo. A vegetação é composta essencialmente por prosophis e o terreno é apropriado para a prática de agricultura, sendo um dos principais constrangimentos para o desenvolvimento dessa prática, a falta de água.

 

Projetos desenvolvidos com o apoio do PNLP:

Com a intervenção do Programa Nacional de Luta Contra a Pobreza, que tem como missão melhorar as condições de vida das pessoas mais pobres das zonas rurais, fornecendo-lhes acesso a bens e serviços básicos, a Associação dinamizou as várias atividades:

  • Acções de formação na área de Associativismo
  • Acção de formações para jovens em Transformação de produtos, Gestão e elaboração de projectos e Gestão de pequenos negócios
  • Apadrinhamento escolar de alunos carenciados
  • Construção de seis habitações sociais
  • Reabilitação de uma habitação social
  • Construção de dois currais
  • Construção de cinco casas de banho
  • Construção de oito pocilgas
  • Construção e equipamento de uma unidade de produção de queijo
  • Construção e equipamento de uma barbearia
  • Electrificação de treze casas

Com outros parceiros a associação de Cachaço conseguiu ainda:

  • Campanha de sensibilização contra dengue (Câmara Municipal)
  • Construção de um Jardim e parque infantil (Câmara Municipal)
  • Ligações de água domiciliar a 100% da comunidade (Câmara Municipal)
  • Apoio de material escolar
  • Apadrinhamento de crianças
  • Transporte escolar (Câmara Municipal)
  • Horto escolar (Delegação MDR)
  • Reabilitação e colocação de betão em 16 casas (Programa Operação Esperança)
  • Reconstrução de uma habitação de raiz

Lista de Parceiros mobilizados:

  • CRP-Comissão regional de Parceiros
  • MDR - Ministério do Desenvolvimento Rural;
  • CMB – Câmara Municipal da Brava;
  • ACVER – Portugal;
  • Fundação Cabo-verdiana e de solidariedade social
  • Emigrantes dos E.U.A.

Situação atual (em 2012)

  • Com a intervenção do PNLP e o apoio de outros parceiros, a Associação de Cachaço conseguiu desenvolver um conjunto de atividades que ajudaram a melhorar consideravelmente o nível de vida da população residente. Atualmente esta comunidade apresenta as seguintes caraterísticas:
  • Comunidade coesa;
  • Auto estima aumentada, principalmente as mulheres
  • Melhoria da interação social
  • Capacidade de mobilização de novos parceiros
  • Aumento do número de habitações construídas
  • Habitações sociais melhoradas
  • Acesso a água e vias de abastecimento
  • Melhorias no acesso à educação
  • População com melhores condições de vida
  • Aumento da dinâmica associativa
  • Emprego a sete mulheres chefes de família na Unidade de produção de queijo

Perspetivas de futuro:

Tendo como o objetivo continuar a desenvolver estratégias de intervenção para melhorar as condições de vida da comunidade de cachaço, a associação pretende no futuro desenvolver as seguintes atividades:

  • Mobilizar recursos para construção e equipamento da sua sede
  • Assegurar os actuais parceiros, mobilizar novos financiadores;
  • Promover a formação dos jovens na área de empreendedorismo e microfinanças
  •  Dinamizar ações de formação profissionalizantes para capacitação de jovens e mulheres e incentivar a criação do seu próprio negócio.
  • Promover intercâmbios com outras Instituições e ONGs nacionais, para troca de experiências;
  • Fortalecer o capital humano;
  • Promover ações de formação na área de informática
  • Mobiliza recursos para criação de um centro multiuso para prestação de formação e ocupação de tempos livres dos jovens
  • Apoiar a pintura da escola
  • Criação de mais AGRs para as famílias mais carenciadas
  • Formação na área de culinária

Exemplo de uma prática inovadora: Fábrica de queijo

Consideramos que a unidade de produção de queijo em Cachaço seja uma prática inovadora, pois :

  • Abriu o caminho a uma nova oportunidade económica para a comunidade de cachaço e não só, uma vez que a unidade de produção de queijo compra todo o leite que os criadores de caprino na zona produzem, promovendo assim o aumento da produção caprina cada vez mais. Também essa mesma unidade emprega sete pessoas e condicionou também aumento de renda para a pessoa encarregue de distribuir o queijo nas outras ilhas;
  • Reforçou a coesão social local, tendo em conta que a unidade de produção de queijo emprega somente mulheres e a maioria delas estavam entre os mais favorecidos. Também a fábrica ficou mais próxima da comunidade, pois com parte do lucro da fábrica apoia as famílias desfavorecidas com pagamento de propinas e aquisição de medicamentos;
  • A unidade de produção de queijo é e está a desenvolver-se de forma sustentável porque os produtores caprinos que vendem o leite para a fábrica está a aumentar e com isso o número de empregados e a produção e consequentemente o lucro. A comunidade desenvolveu, na medida em que os produtores passaram a ter mais lucros e o nº de visitantes a zona aumentou. As relações institucionais foram também reforçadas atraves dessa unidade;
  • Responde às prioridades do Governo, porque a produção de queijo é uma actividade que gera rendimentos ás famílias, a fábrica é um empreendimento que atrai turistas que visitam a ilha para a comunidade de cachaço e acima de tudo a maioria dos criadores caprinos da zona passaram a ver o lucro da produção do leite de cabra, tirando assim a ideia fixa de que só o emprego oferecido pelo Estado é bom.
2016-07-27 22:042018-03-29 22:01
GC280847BragaCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Braga foi criada no…..1,315Braga é uma comunidade da Freguesia de São João Baptista, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-27 21:572018-03-29 21:58
GC280846BaleiaCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Baleia foi criada no…..1,314Baleia é uma comunidade da Freguesia de Nossa Senhora de Ajuda, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-27 21:002018-03-29 21:57
GC280853RaísCap-Vert Cap-VertBravaAfrica2A CRP de BravaTerritory of Coresponsibility
A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Raís foi criada no…..1,321Raís é uma comunidade da Freguesia de São João Baptista, no Concelho de Brava em Cabo Verde2016-07-27 22:222018-03-29 17:08
GC280955Vale De Ribeira BravaCap-Vert Cap-VertSão NicolauAfrica2A CRP de São NicolauTerritory of Coresponsibility
 A Associação Comunitária de Desenvolvimento (ACD) de Vale De Ribeira Brava foi criada no….1,423Vale De Ribeira Brava é uma comunidade da Freguesia de ........, no Concelho de....... na ilha de São Nicolau em Cabo Verde2016-07-28 14:392018-03-20 19:46
GC281696Cachaço_São NicolauCap-Vert Cap-VertSão NicolauAfrica2A CRP de São NicolauTerritory of Coresponsibility

Resumo

A ACD-Monte CINTINHA tem como objetivo promover o desenvolvimento de cachaço atravês de   atividades nos domínios de abastecimento e conservação de água, saúde , educação, desporto , cultura, desenvolvimento de atividades geradoras de rendimentos nos sectores de agro-pecuário e silvicultura, melhoramento de habitação social e saneamento basico , bem como proteção do meio ambiente.

Descrição detalhada

Nome: Associação Para o Desenvolvimento Comunintário  Monte Cintinha

Data de criação: 18 de Dezembro de 2005

Dados legais: Associação  para o Desenvolvimento Comunitário Monte Cintinha, com personalidade juridica, está inscrito no cadastro de contribuintes da Direção Geral das Contribuições e Impostos, com  o numero de identificação fiscal, designando abreviadamente por NIF 261448757

 

Estatuto: Tem como objectivo  promover o desenvolvimento  de Cachaço atravês de atvidades socio-culturais, recreativas e desportivas bem como outras atividades  a saber:

 abastecimento de agua, saneamento do meio, Pecuária, agricultura, sivicultura, habitação e urbanismo,bem como  aproteção ambiental.

Membros: 42 socios , a quando da criação;

Órgãos sociais:A Associação Para o Desenvolvimento Comunitario Monte Cintinha,  é constituida por tres orgãos sociais, cuja tem as seguintes pessoas com as seguintes funcões.

1º-Assembleia Geral  

Presidente-Rary Edmir da Cruz Varela; Vice Presidente- Aristides Almeida Mestre; Secretário- José Sameiro Ramos Neves

2º-Conselho de Direção

Presidente-Paulo Jorge Almeida Mestre, Vice presidente - Porfirio Almeida Mestre; Secretária-Suelen Ramos dos Santos; Tesoureiro-Benvindo João Brito Gomes; Vogal-Adelaide Maria Ramos.

3º-Conselho Fiscal

Presidente-Elvis António Varela Gomes; Viçe Presidente-Eneida Almeida Brito; Secretária-Maria Livramento Silva dos Santos.

Parcerias:GEF-Small Grants Programms, o Parque Natural de Monte Gordo; a Camara Municipal de Ribeira Brava,a CRP-SN (?), o Ministerio de Agricultura e Ambiente.

Instrumentos de gestão: PLLP e Plano de atividade anual (ver Planos de Acção  no ponto 4-Resultados

Fatos importantes na história da associação: Construção de  telecentro  no ano de 2012, em perceria com a Camra Municipal de Ribeira  Brava, e a Crp de Sao Nicolau,, espaço esse onde funciona atualmente a sede da associação

 

1,455

Resumo

Cachaço, é uma comunidade da ilha de São Nicolau, pertencente ao municipio de Ribeira Brava, com cerca de 400 habitantes. Situa-se na parte central da ilha ,dentro Parque Natural Monte Gordo , que é uma das 7 maravilhas de Cabo Verde, faz a divião entre os dois municipos da ilha pela via principal .A população vive praticamente da Agricultura e Pecuaria.  Aqui se faz a maior e melhor feira gastronomica de São Nicolau no mês de Agosto que é muito concorrido e apreciado pelos residentes na ilha, bem como os visitantes. Comemora-se ainda   a festa de Nossa Senhora de Monte Cintinha , que é uma das maiores festas de Sao Nicolau, que se realiza normalmente no mês de Maio. Tem um grande potencial turistico , para quem gosta de turismo de montanha  uma vez que se encontra dentro do Parque , espaço esse que posui uma grande biodiversidade, com especies endemicas como e o caso da Macela.

Descrição detalhada

Nome-Cachaço

Localização e área:Localizado na parte central da ilha de Sao Nicolau, no municipio de Ribeira Brava, Freguesia de Nossa Senhora do Rosario, a 17 kms da cidade de Ribeira Brva ,capital do conselho, a 9 kms  da cidade do Tarrafal  que é outro municipio da ilha  de São Nicolau

AccessibilidadeÉ de extrema facilidade no que toca ao acesso pois fica  no centro da ilha fzendo elo de ligação entre os dois municipios pela via principal, uma estrada asfaltada de cerca de 26 kms

Demografia: Segundo dados recentes na qual tive acesso a comunidade de Cachaço tem cerca de 353 habitantes, com maior predominaçia do sexo masculo, em tem 181 pessoas do sexo masculino e 172 pessoas do sexo feminino. tem cerca de 3o  homens  com idade compreendida entre 0 e 18 anos, e cerca de 20 mulheres com a mesma faixa etária.No extremo oposto temos cerca de   60 pessoas que atinjirem a treceira idade, em temos uma inversão dos papeis, onde podemos constatar que as mulhres estão em numero superior , constituindo  cerca de 40  pessoas  e os homens cerca de 20.

Meio natural e ocupação do espaço: Constituido  na quase totalidade por terrenos agriculas , terrenos esses que são ferteis, e por outra parte  e composta por area florestal, onde contempla o Praque Natural do Monte Gordo, Fica  proximo  da zona de Lompelado, Canto Fajã e Pico Agudo e é a principal entrada do  Parque Natural de Monte Gordo.Possui um polivalente, uma escola basica, uma capela, um telecentro, uma unidade sanitaria de base, um Museu de Água, Gabinete do Parque Natural de Monte Gordo, Um parque de Campismo.

Atividades económicas: A população  vive sobretudo da agricultura e da pecúaria, , com maior enfase na agricultura , que ainda é de sequeiro pois devido a elevada altitude a mobilização de água na comunidade é  dificil , logo á uma fraca ou quase inexistencia de agricultura de regadio.

Outras características:E uma zona de pessoa humildes e simpaticas, cujo o clima  é fresco e humido , na maior parte doa no, com grandes potencialidades turisticas , devido a sua localização. 

Situação antes o PLPR e o POSER: Antes da entrada dos programas PLPR e POSER, muitas familias da  comunidade tinham  deficuldadee em  levar a panela ao lumetodos dias, pois com o desenprego , acabaria por agravar a extrema pobreza no seio das mesmas. E essa situaçao era mais visivel nos anos de pouca precipitação , dai um mão ano agricula , que ainda constitui a  base do sustento das pessoas. Por outro lado as familias na sua maioria são monoparentais, em que as mulheres são chefes de familias, tinham deficuldaes em conseguir empregos , pq tinham filhos para cuidar.Com entrada dos programas, houve melhorias significativas, como melhorias nas condicoes de habitação , com a meabilitação de casas, construção de casas de banho , fazendo com que tenham mais saneamento basico, mobilização e adução de agua  para consumo nas suas casas, e daí fazendo com que tenham mais rentabilidadeeconomica e indenpencia financeira.

Resumo

Com a introdução do programa no seio da comunidade, deparamos , com melhorias significativas das condições de vida das pessoas; Entre os quais melhores condições de habitaçao, melhor saneamento basico, com a construção de casas de banho, e a mais evidencia foi  sim o financiamento de atividades geradoras de rendimento, que possibilitou a muitas familias , melhores rendimento economicos, fazendo que tenham menos depencia do estado.

Descrição detalhada

Microprojectos realizados 

Construção de um Telecentro , em parceiria com a Camara Municipal de Ribeira Brava. Todo o equipamento  para o apetrechamento e conforto do espaço, foi financiado pela CRP/PLPR( mesas para computadores e reuniões, cadeiras) e pelo Corpo da Paz dos Estados unidos  da America(computadores), tudo isso rondou um montante final de cerca de tres milhoes de escudos caboverdianos.(3.000.000$00)No ambito da preservação ambiental . executou um projeto em parceria com o The GEF Small Grants Prrogramme e  Parque Natural Monte Gordo, no valor de   1.752.938$00 e com a duração de um ano. Esse projeto consistia na transformção de plantas invasoras em artesanato eas areas  onde essas plantas foram retiradas foram entroduzidas  plantas endémicas. Por outro fez se a remodulação do viveiro da comunidade,  onde se fez o cultivo de plantas endemicas e tambem medicinais. Nos ultimos anos  muitos são aqules  que Já se beneficiaram de formaçoes,  em que a Associção faz parecerias em diversas areas, entre os quais ,confecção de doces e compotas, beleza e estetica( Manicure, Pedicure e Cabeleireiro) formação de pedrteiros,  Informatica e Administração, Contabilidade.

No ano de 2015 , foi finaceado um Quiosque  a uma jovem mãe solteira, no valor de 220 mil escudos.

Microprojectos em curso.

Por agora não temos.

Microprojectos a procura de financiamento

Construção de um aveario, Aquzição de Raças melhoras(5 Cabras e 1 Bode), Formação nas Areas de Instalação emanutenção de Equipamentos Informaticos, culinaria, Contabilidade e gestão financeira, Instalação de perimetros irrigados com o sistema Gota Gota.

Procedimentos para apresentação e aprovação de projectos 

Todos esses Projetos , já foram apresentados na comunidade, em uma assembleia comunitaria, na qual foram  descutidos e aprovados , no plano de Atividades para o ano em curso, estão apenas a espera de financiamento.

Resumo

 

Descrição detalhada

   Datas                   Necessidades de apoios e intercâmbios                            Parceiros contactados                                           Apoios e intercâmbios obtidos/realizados                      
... 
... 
... 
... 
... 
... 
... 
... 

Dados biograficos do utilizador do sait wikspiral.org Paulo Mestre

O meu nome é Paulo Jorge Almeida Mestre, solteiro, natural e residente em São Nicolau, localidade de Cachaço,de 28 anos de idade, tenho 12ºano de escolaridade, trabalho, como auxiliar administrativo na Comissão de Recenseamento Eleitoral de Ribeira Brava em Sao Nicolau. Sou facilitado/ dinamizador no programa do POSER.

Contactos da ACD

email.acdmontecintinha à hotmail.com

telefone.9532116

Contactos dos facilitadores

email.pauloalmeida2004 à live.com.pt

telefone.235 10 29 //9532116

2016-10-06 20:042018-03-20 19:45
GC291673Co-LègeFrance FranceNouvelle-AquitaineEuropeCollective Actor
Plate-forme du collège Jean Cocteau de Lège cap-ferret, composé de 32 éco-délégués et 2 enseignantsCandidate2018-03-19 15:062018-03-19 15:06
GC291672Co-LègeFrance FranceAquitaineEuropeNonValidated
Plateforme composée de 32 écodélégués et 2 de leurs profs. Candidate2018-03-15 11:072018-03-15 11:07
GC111426MulhouseFrance FranceAlsaceEurope1Territory of Coresponsibility

In Mulhouse they were able to set up a group of twenty six people with good representation from across the public and social sectors, including significant representations from:

  • Local administrations
  • Civil society organizations
  • Actors in Social sphere
  • Different local establishments and enterprises
  • Educational establishments

Representatives who have signed the Multipartite contract The MSC (Multipartite Social Contract): Maison des Parent which is an association of the Mulhouse Alsace Agglomeration; Citizens and non-governmental organizations from the Drouot-Barbanègre neighborhood crew ; educational establishments both primary and secondary; The Rouffach Hospital Center ,other associations such as « Le Rézo » (knowledge exchange) or « Alter Alsace Energie » (promoting the rational use of energy) as well as the Dynamic Local Health Observatory

 

 

First Territory of coresponsibility, Mulhouse has worked with SPIRAL methodology since 2006 and helped to shape many of its aspects. Mulhouse is an old indutrial city in south Alsace, France.

General information

Nestled in the Plains of Alsace, Mulhouse is located on the border of three countries: France, Germany and Switzerland. The city has 113,000 inhabitants and extends of 2,240 hectares. It has a rich industrial and social past, and today is confronted with migration flows to the city.

 

La démarche SPIRAL à Mulhouse

Télécharger le Carnet de voyage en coresponsabilité

Download the Journey Log for Coresponsibility

Links to more in informations, and videos (in French), by pilot action : Plus d'infos sur la démarche à Mulhouse

 

Local Social Cohesion Action Plan (pilot actions)

Multi-partite contracts

The Social Services department within Mulhouse has 1350 clients on its books, to whom the Department gives benefits, plus social advice and support. The Department has developed a pilot project using the co-responsibility approach with its users. The intention is to tackle the issue of social inclusion from a perspective of partnership and reciprocity rather then amore traditional; authority/ client relationship. The Department chose a representative sample of 25 families and then held meetings with them as well as with a theater animator and a psychologist. The group worked together for a three month period at the end of which around half signed up to a 10 month program of activity and a commitment expressed in a four way multipartite service contract . The activity program is based on the well-being/ Ill-being concerns expressed by the users and the workshops are designed to address these. The service users take the responsibility for and help to shape and organize the service that they use.Results:

  • From the first group half of the beneficiary partners found a job (citizens with difficulties of a social character)
  • For the second group -made of people with addictions- two of them have taken steps to receive care

 

Involving parents in education

It is a pilot project which directly engages with young children. It is organized under the auspices of the Maison des Parent which is an association of the Mulhouse Alsace Agglomeration to support and help parents and their children. The key idea behind this project is to involve the whole neighborhood in the process of educating the children. A charter was drawn up on the concept of mutual. Together with local NGOs different trainings and creative workshops aim to limit addictive risk had been conducted. The pilot project brings together 186 pupils drawn from two primary and a secondary school in one neighborhood. The first part of the methodology was used with pupils – the question on well-being- and more than 1000 responses were chosen. From the demands made by the pupils the officials were able to draw a range of suggestions with a strong co-responsibility approach which are now being pursued by the pupils.

 

Integration through Housing and jobs

This project enables to put into the common context both housing and employments and the whole family has to participate actively to this project. It seeks to find accommodation for families but on the basis that the prospective tenants have to be involved in their own re-housing, for example, by helping in the renovation work or being involved in some way in their own re-housing. The initiative started in 2009 and to date 90 families have been involved in discussions and 12 have engaged in the project.Results:

  • 16 families have benefited from the project they have organized housing with neighborhood support networks. Some family members have jobs.

The Drouot-Barbanègre neighborhood in Mulhouse is a neighborhood almostexclusively composed of social housing. In summary, the other elements favoring the choice of the Drouot-Barbanègre neighborhood :

  • Persistent social difficulties (e.g. criminal damage to the « social center » which had to be closed down and rebuilt)
  • The small size of the neighborhood
  • The partnership dynamic that works effectively
  • Creating a new « social center » which could feed off of what the residents,
  • particularly the young people, expressed.

This implementation began around the priority topics of education/ parenthood (for example, producing a leaflet listing the actors in the neighborhood working on education and parenthood) and social links/ motivation (for example, outings for social and cultural center families, partnership welcome time directed at young adults, coffee breaksfacilitated by volunteers at the neighborhood associations, etc.)

 

ZOOLOGICAL AND BOTANICAL PARK

Challenges to improve:

  • Decision-making (cooperation), -the circulation of information and conviviality.

Actions:

  • Some of the actions were immediately carried out or were initiated very quickly.
  • These included informative meetings, a hot drinks machine, and introducing new

arrivals

  • The LCT, along with the mobilized workers, continued to implement the

actions.

  • For example :The LCT created an internal newsletter,« M2 ZOO », which was a response to the need for information
  • Organizing the Christmas party with around 50 participants each year
  • Monitoring updates for job descriptions,
  • Creating a « welcome protocol » for new arrivals,
  • Ensuring that cooperation and information meetings occurred regularly

(concerning work, the budget, safety, entrance policies, etc.)

  • The demand for an information meeting to be set up for when employees

arrive first thing in the morning- reminder of the charter for well-being

  • The vet’s organization for the workers in the shop and at the entrance to

visit the park...

 

Albert Schweitzer Secondary School

Challenges

  • Improving atmosphere at school, solving problems with discipline, improving communication between teaching staff and students and their parents, evening out the workloads of the students
  • To create good working conditions
  • To make the actors aware of their responsibilities with regards to living together harmoniously

Actions

  • Participation in the project itself was a possibility for many students to reflect upon their own situation and to start the dialogue between students and pupils
  • Teachers agree upon the time table of tests in order to even out the workflow of students
  • Different actions at school to bring the students together
  • Organizing a discussion day once a term
  • Constructing class projects
  • Organizing convivial opportunities.
  • Getting to know the maintenance staff and organizing
  • cleaning plan per class; organizing selective sorting of waste
  • Planning assessments within the teaching teams; demonstrating
  • recognition for the work carried out in a more visible way; receiving support from
  • the school directors.
  • Developing several quiet and convivial areas for the students;
  • renovating the staff room.
  • Creating an internal informative newspaper.

 

Responsible consumption

The Jean Wagner Sociocultural Centre was also our landmark, the place where our creativity could be expressed during workshops or fairs. Other associations such as « Le Rézo » (knowledge exchange) or « Alter Alsace Energie » (promoting the rational use of energy) gave us their expertise at a specific point on our walk. Finally, Mulhouse Habitat enabled us to communicate more effectively amongst ourselves, as with the Neighborhood Council, the head of Mission Territoriale (Territorial Some ideas for collective action to guide us on the continuation of our journey have already arisen : 1.the formation of a purchasing organization 2.the creation of an association for community-supported agriculture (« AMAP » in France), 3continued workshops open to everyone for manufacturing cosmetics.

Sources-URBACT Territories of Coresponsibility Lead Expert’s Report on Meetings in Mulhouse (December 2010)-Mulhouse: Mulhouse en Chiffres 2012- URBACT Territories of Coresponsibility Together Final Report (October 2012)-URBACT Territories of Coresponsibility Lead Expert’s Report on Meetings TOGETHER’s Project Partners Cities (December 2010-September 2012)- URBACT Territories of Coresponsibility Local Action Plan of Co Responsibility in Mulhouse (January 2013)

 2012-11-22 04:122017-12-07 23:01
GC111424SprimontBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Sprimont utilise la méthode Spiral depuis 2009. Elle a fait partie des 15 communes qui dès 2009 ont appliqué à titre pilote la méthode Spiral, dans le cadre des plans de cohésion sociale. Elle a organisé des groupes homogènes de citoyens pour évaluer ce qui fait le bien-être et le mal-être de la population, puis lancé des actions réalisées avec les citoyens pour répondre à ces besoins, et enfin, utilisé Spiral pour évaluer son plan de cohésion sociale (2012).

Depuis 2009 la commune a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.sprimont.be/commune/services-communaux/plan-de-cohesion-sociale

Sprimont est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. La commune compte près de 15 000 habitants pour une superficie de 74 km2.

La commune de Sprimont est située à environ 20 kilomètres au sud de Liège. Elle reste principalement rurale et mérite le nom de "Porte des Ardennes". Ses paysages verdoyants apparaissent dès l'accès sur son territoire et confirment cette appellation.

Sprimont est la cité du petit granit et doit sa renommée à cette pierre calcaire de qualité. Le Musée de la Pierre en détaille les différents stades de son exploitation. Les Sprimontois sont d'ailleurs souvent surnommés "les Carriers".

Le territoire communal est occupé par 27 % de surfaces boisées et près de 50 % de zones agricoles couvertes principalement par des prairies.  La production laitière est prédominante mais les élevages bovins et porcins ont aussi leur importance.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

De plus, Sprimont a lancé en 2009 une première enquête sur les critères de bien-être et mal-être de la population, qui a conduit à l'élaboration d'indicateurs en 2009. Plusieurs actions pilotes pour la cohésion sociale et la coresponsabilité ont suivi. En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Les MelouresContact coordinatrice PCS : GILLET Magali magali.gillet@sprimont.be2012-11-22 04:112017-10-31 18:07
GC241618SpaBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Spa a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.villedespa.be/ma-ville/services-communaux/sociaux/plan-de-cohesion-sociale

745

Spa est une ville francophone de Belgique située dans la province de Liège en Région wallonne. Sa population est de 10 591 habitants pour une superficie de 40 km2.

Connue pour ses eaux thermales, probablement depuis l’époque romaine, Spa commence à prendre son essor au xvie siècle lorsque la réputation des eaux entraîne un réel commerce. Le terme Spa est devenu un terme générique pour le thermalisme en anglais et dans quelques autres langues.

Les environs de Spa sont propices à la promenade dans la haute Ardenne, surnommée l’Ardenne bleue, qui abrite de nombreuses étendues d’eau comme le lac de Warfaaz et le lac de la Gileppe. La région est aussi connue pour le circuit automobile de Formule 1 de Spa-Francorchamps.

L’essentiel de l’économie spadoise est centrée, fidèle à elle-même depuis le xvie siècle, sur le tourisme lié à sa nature exceptionnelle aujourd’hui précieusement protégée ainsi que sur la production et commercialisation depuis 1583 de ses eaux minérales aux vertus reconnues. Le thermalisme qui vit le jour pour sa part à Spa en 1862, avec l’ouverture de son établissement des Bains, poursuit ses activités avec les nouveaux thermes, sur la colline d'Annette et Lubin, inauguré en 2006.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Jean-Pol GRANDMONTContact coordinateur PCS : BARTH Emmanuel ppp@cjspa.be2014-11-06 15:502017-10-31 17:11
GC243907SoumagneBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2014 la Commune de Soumagne a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.soumagne.be/index.php?pg=306

792

Soumagne est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans le Pays de Herve, en province de Liège. Sa population compte 16 348 habitants pour une superficie de 27 km2.

Les six villages qui composent Soumagne aujourd'hui n'ont pas toujours connu la même histoire, malgré leur proximité.

Avant l'essor de l'exploitation par les sociétés charbonnières, le sous-sol était déjà exploité par beaucoup de particuliers qui se chauffaient au charbon, grâce à un petit puits creusé derrière la maison... On retrouve des traces d'extraction à la fin du 16è siècle : la famille Crahay fournissait déjà les forges des cloutiers de la région...

A la fin du 19è, deux grandes sociétés charbonnières prendront le monopole.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

 Crédit photo Les MelouresContact coordinatrice PCS : DECROCK Séverine severine.decrock@cpasdesoumagne.be2014-11-24 18:282017-10-31 16:54
GC241609SeraingBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Seraing a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.seraing.be/les-services-communaux/services-delocalises/service-de-prevention/coordination/le-pcs-le-plan-de-cohesion-sociale/

736

Seraing ou Seraing-sur-Meuse est une ville francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 63 968 habitants pour une superficie de 35 km2.

Il s'agit du lieu de l'ancienne résidence d'été des princes-évêques de Liège avant de devenir une ville industrielle au xixe siècle.

Sidérurgie et charbonnage

En effet, déjà vers la fin du xviiie siècle, plusieurs mines ouvrèrent grâce à la découverte de charbon à Ougrée. Le village rural va progressivement se transformer en ville industrielle. La Wallonie deviendra, après l'Angleterre, la première région du continent à connaître la révolution industrielle.

Image

En 1815 Guillaume Ier des Pays-Bas s'investit pour la région liégeoise. Après avoir fondé l'Université de Liège, il fait venir John Cockerill et son frère Charles James dans le but d'exploiter le bassin liégeois, en leur cédant l'ancienne Résidence d'été des Princes-évêques de Liège pour un prix symbolique et pour qu'ils y installent leurs usines métallurgiques - ce qui fera de Seraing la ville de l'acier.

Aux alentours de 1850, l'usine de Cockerill sera la plus importante du monde, et la société concourt de manière à faire de la Belgique la deuxième puissance économique du monde, derrière le Royaume-Uni. 4 200 ouvriers y sont employés.

Après la Seconde Guerre mondiale, la main d'œuvre pour l'exploitation des mines se faisait rare et le 23 juin 1946, fut signé, un accord entre l'Italie et la Belgique, prévoyant l'envoi de 50 000 travailleurs italiens contre l'approvisionnement de trois millions de tonnes de charbon annuel, ce qui explique le nombre important de Belges d'origine italienne, que l'on peut trouver dans les zones industrielles belges comme Seraing.

Après de nombreuses fusions et rachats seule subsiste la cockerie d'Ougrée. Celle-ci s'arrêta finalement en 2014, synonyme de la mort de la sidérurgie intégrée à Liège et dans sa banlieue.

Cristalleries

Image  

La société anonyme des Verreries et Établissements du Val Saint-Lambert fut créée en 1826 à l'initiative du roi Guillaume Ier des Pays-Bas. Au début du xxe siècle, plus de 160 000 objets en cristal sont fabriqués par jour ; 90 % de la production est exportée. 5 000 personnes y travaillent.

Après la seconde guerre mondiale, le Val Saint-Lambert connaît toujours une production prestigieuse de grande qualité artistique, mais la puissance économique n'y est plus. On y produit aussi des vitraux pour des bâtiments publics et ecclésiastiques. Le nombre de personnes employées décline, les ennuis financiers s'accumulent.

En 2008, les ateliers des Cristalleries du Val Saint-Lambert existent toujours, et occupent 58 personnes.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

 Crédit photo Jérémy-Günther-Heinz Jähnick, François Schreuer, Jean-Pol GRANDMONTContact coordinatrice PCS : CADIAT Nathalie n.cadiat@seraing.be2014-11-06 15:292017-10-31 16:39
GC241608Saint-NicolasBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Saint-Nicolas a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

735

Saint-Nicolas est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège, ainsi qu'une localité où siège son administration. Sa population compte 23 552 habitants pour une superficie de 7 km2.

Saint-Nicolas forme avec Liège, Seraing, Herstal, Ans et Flémalle l'agglomération de Liège (600 000 habitants).

Parmi les 262 communes wallonnes, Saint-Nicolas se situe à la 262e place par rapport à sa superficie, à la 114e place1 par rapport à son nombre d'habitants et à la 1re place par rapport à sa densité.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo FlamencContact coordinatrice PCS : KOWALCZYK Veronique kowalczyk.veronique@gmail.com2014-11-06 15:252017-10-31 15:26
GC243905Saint-Georges-sur-MeuseBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2014 la Commune de Saint-Georges-sur-Meuse a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.saint-georges-sur-meuse.be/New_Site/html/cohesionSociale.php

790

Saint-Georges-sur-Meuse est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 6 557 habitants pour une superficie de 21 km2.

Presqu'à mi-chemin entre Liège et Huy, juste à l'orée de la Hesbaye, Saint-Georges étale sur un plateau limoneux les multiples hameaux qui composent l'entité : le Centre, Warfusée, Dommartin, Warfée, Yernawe, Stockay, Sur-les-Bois, Tincelle et la Mallieue en bord de Meuse.

Le hameau du Centre a gardé, comme Yernawe, Warfée et Dommartin, un caractère essentiellement rural contrastant singulièrement avec celui des localités de Stockay, Sur-les-Bois et La Mallieue où l'habitant trouve son occupation dans l'industrie régionale et dans le commerce.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

 Crédit photo Okapi07Contact coordinatrice-coordinateur PCS : KELLECI Dilek dilek.kelleci@saint-georges-sur-meuse.be2014-11-24 18:222017-10-31 15:14
GC241617PlombièresBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Plombières a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.plombieres.be/fr/ma-commune/services-communaux/pcs

744

Plombières est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 9 906 habitants pour une superficie de 53 km2.

Elle se situe près de la frontière allemande et de la frontière néerlandaise. C'est une commune à statut spécial pour l'enseignement des langues minoritaires (allemand et néerlandais).

Elle tient son nom du hameau de Plombières. Cockerill obtint en 1828 la concession des mines de plomb de Bleyberg pour donner à terme un complexe industriel traitant plomb, zinc et pyrite.

La Maison du Site Minier construite en 1645 est l’une des plus anciennes habitations de la commune. Le classement des façades et de la toiture date quant à lui de 1982.

Plombières est actuellement une commune avec de nombreux attraits pour le tourisme naturel.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo SCHMIDT UweContact coordinateur PCS : CALMEAU Pierre pcsplombieres@gmail.com2014-11-06 15:452017-10-31 15:02
GC241607OupeyeBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Oupeye a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.oupeye.be/ma-commune/services-communaux/plan-de-cohesion-sociale

734

Oupeye est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 24 318 habitants pour une supercicie de 36 km2.

Dû à leur proximité avec liège, les villages de la commune de Oupeye mélangent des aspects résidentiels, insdustriels mais aussi rurals avec une agriculture toujours présente. Une fabrique de chapeaux, est toujours ouverte dans le village de Houtain Saint-Siméon - qui était un centre important de fabriques de chapeaux.

Depuis 1963, l'usine sidérurgique Chertal fondée par l'ancienne société Espérance-Longdoz (qui devient à partir de 2010 une section de ArcelorMittal Liège) est installée dans la pointe sud de la commune.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Ruben alexanderContact coordinateur PCS : DI MASCIA Arnaud a.dimascia@oupeye.be2014-11-06 15:202017-10-31 14:23
GC241630NeupréBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Neupré a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.neupre.be/vivre-a-neupre/famille/pcs/

756

Neupré est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 9 798 habitants pour une superficie de 31 km2.

Au niveau économique, la commune de Rotheux-Rimière fut un village essentiellement agricole et forestier au XIXe siècle. Puis, il se convertit progressivement à l’économie herbagère. Enfin signalons que le minerai de fer a été exploité, de même que le calcaire, qui alimentait des fours à chaux.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo JeanhousenContact coordinateur PCS : PIRE Axel pcs@neupre.be2014-11-06 16:202017-10-31 14:13
GC111419MarchinBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

La Commune de Marchin utilise la méthode Spiral depuis 2009. Elle a fait partie des 15 communes qui dès 2009 ont appliqué à titre pilote la méthode Spiral, dans le cadre des plans de cohésion sociale. Elle a organisé des groupes homogènes de citoyens pour évaluer ce qui fait le bien-être et le mal-être de la population, puis lancé des actions réalisées avec les citoyens pour répondre à ces besoins, et enfin, utilisé Spiral pour évaluer son plan de cohésion sociale (2012).

Depuis 2009 la commune a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.marchin.be/la-commune/action-sociale/pcs-plan-de-cohesion-sociale

Marchin est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège, au sud de Huy. Sa population compte 5 259 habitants pour une superficie de 30 km2.

L'activité industrielle y est représentée par les tôleries, faisant partie du groupe ARCELOR. Ces usines sont implantées aux Forges le long du Hoyoux à la limite de la commune en direction de Huy.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

De plus, Marchin a lancé en 2009 une première enquête sur les critères de bien-être et mal-être de la population, qui a conduit à l'élaboration d'indicateurs en 2009. Plusieurs actions pilotes pour la cohésion sociale et la coresponsabilité ont suivi. En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Jean-Pol GRANDMONTContact coordinatrice PCS : CORNELIS Elise elise.cornelis@marchin.be2012-11-22 04:102017-10-31 14:01
GC241616MalmédyBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Malmedy a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

743

Malmedy est une ville de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 12 345 habitants pour une superficie de 100 km2.

Au xviie siècle, Malmedy et Stavelot sont les centres de tanneries les plus importants d'Europe. À cette époque, d'autres industries sont aussi renommées à Malmedy : fabrique de coton, fabrique de jeux d'échecs, de dominos, de pains d'épice et surtout la papeterie qui fera la fortune de Malmedy.

Actuellement, outre les diverses PME installées dans le zoning industriel qui borde la ville, l’activité économique locale est constituée de la production de papier et de nombreux métiers liés au secteur de la construction. L’agriculture et la production laitière représentent également une part importante de l’économie. Le secteur Horeca, avec ses infrastructures touristiques et sportives bien développées, est plus que jamais présent et constitue un des atouts majeurs pour la ville.

Le principal attrait de la commune est certainement lié à son environnement naturel. Située dans un environnement verdoyant et boisé, la ville offre à ses habitants et à ses visiteurs à la fois une qualité de vie propre à une petite ville, une infrastructure suffisante en matière de services (centre administratif, soins de santé, centres de loisirs, …) et un réseau complet d'enseignement.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo CathLegrandContact coordinatrice PCS : ART Nathalie nathalie.art@malmedy.be2014-11-06 15:382017-10-31 13:48
GC241606LiègeBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Liège a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.liege.be/social/social/plan-de-cohesion-sociale

733

Liège est une ville francophone de Belgique. Elle est le chef-lieu de la province de Liège et la capitale économique de la Wallonie. Sa population est de 197 013 habitants pour une superficie de 69 km2.

Son agglomération est peuplée d'environ 700 000 habitants. Par le nombre d'habitants, c'est la première agglomération wallonne, la troisième agglomération de Belgique après Bruxelles et Anvers et la quatrième commune après Anvers, Gand et Charleroi.

La ville se situe au carrefour de trois zones géographiques naturelles : au nord, la Hesbaye (160 à 200 m), une des principales zones agricoles de Belgique ; à l’est, le Pays de Herve (200 à 320 m), un paysage plus vallonné et arboré, grande région fruitière ; au sud, les plateaux du Condroz (200 à 280 m), portes de l’Ardenne où dominent landes et forêts.

Liège a longtemps été une grande ville industrielle (au milieu du xixe siècle, le sillon industriel wallon est la première région industrielle du continent) mais dès les années 1960, elle subit un long déclin, les usines devenant vétustes. Liège mise également beaucoup sur les transports et la multi-modalité.

Liège est un pôle économique important avec son port autonome, le deuxième port intérieur d'Europe de l'Ouest et son aéroport spécialisé dans le fret. De fait, la ville reste la capitale économique de la Wallonie.

L'ouverture le 21 octobre 2009 de la Médiacité, complexe centré sur l'audiovisuel, intégrant des studios d'enregistrement (dont le nouveau centre liégeois de la RTBF) et le Pôle Image de Liège - un centre qui réunit diverses entreprises audiovisuelles - a été ouvert en 2006. Le complexe abrite, en plus d'entreprises offrant trainings et ateliers, 28 différentes entreprises d'animation 2D et 3D, de cinématographie, de postproduction, de graphisme et de web-design. Plusieurs films, séries télévisées et dessins animés belges et internationaux ont été partiellement ou entièrement tournés dans le Pôle Image.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Jacques RenierContact coordinateur PCS : STANGHERLIN Gregor gregor.stangherlin@liege.be2014-11-06 15:192017-10-31 13:23
GC243893JuprelleBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2014 la Commune de Juprelle a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce, entre autres, à l’appui de la Wallonie. S’inspirant de la stratégie du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’Accompagnement représentative des différents acteurs de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes : 1- L’insertion socioprofessionnelle ; 2- L’accès à un logement décent ; 3- L’accès à la santé et au traitement des assuétudes ; 4- Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels. En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

780

Juprelle est une commune francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 9 024 habitants pour une superficie de 35 km2.

Juprelle, commune rurale au cadre de vie agréable et calme, est nichée à proximité d'un réseau de communication important. Sa situation, aux portes de Liège et de la frontière linguistique, symbolise son ouverture vers les autres.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Nijs JosephContact coordinatrice PCS : LIBERT Aline aline.libert4450@gmail.com2014-11-24 17:512017-10-31 12:42
GC241629HuyBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Huy a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

www.huy.be/ma-commune/securite-secours/prevention/plan-de-cohesion-sociale/plan-de-cohesion-sociale

755

Huy est une ville francophone de Belgique située en Région wallonne, chef-lieu d'arrondissement en province de Liège. Sa population compte 21 354 habitants pour une superficie de 48 km2.

Aidée par un climat économique favorable, dû à sa situation de ville-étape de batellerie, Huy multiplie les corps de métiers. Nombreux étaient les étainiers, tanneurs, foulons, chaudronniers, menuisiers... Le corps de métier le plus puissant fut celui des orfèvres. La métallurgie hutoise remonte sans conteste très loin dans le passé (travail de l'étain depuis le viie siècle) et, favorisée par le Hoyoux, affluent de la Meuse, propice à l'établissement de roues hydrauliques, les forges et fourneaux connurent à Huy, dès le Moyen Âge, un âge d'or sans précédent. La technique du battage du cuivre, industrie florissante dans la cité hutoise, se répandit dans toute l'Europe dès le xie siècle.

Ville historique, Huy s'est développée de part et d'autre de la Meuse, elle se situe à la confluence avec la Meuse de deux cours d'eau de première catégorie : le Hoyoux et la Mehaigne. Huy dispose en outre d'un port de plaisance sur les sites du port de Statte et du port de Corphalie, et d'une gare ferroviaire en connexion avec le TGV et l’Eurostar, font arrêt à Huy. L'aéroport de Liège-Bierset est à un quart d'heure de route, Bruxelles (Zaventem) et Brussels South (Charleroi) à moins d'une heure.

Au coeur de la ville, terrasses colorées, commerces attrayants, parcs ombragés et piétonniers animés vous convient à profiter d’instants de rencontre chaleureux.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo k1rschContact coordinateur PCS : WILMART Geoffrey pcs@huy.be2014-11-06 16:192017-10-31 11:16
GC241614HerveBelgique BelgiqueWallonie - LiègeEuropeTerritory of Coresponsibility

Depuis 2009 la Commune de Herve a conçu et mis en œuvre un Plan de cohésion sociale grâce au soutien de la Wallonie. S’inspirant de la Stratégie de cohésion sociale du Conseil de l’Europe, ce plan vise à développer une démarche de coresponsabilité entre acteurs publics, privés et citoyens pour assurer l’accès aux droits fondamentaux et le bien-être pour tous.

Conduite sous l’égide d’une Commission d’accompagnement représentative des différents acteurs, publics et associatifs, de la commune, cette démarche a débouché sur des actions coordonnées et transversales s’articulant autour de 4 axes ou certains de ces axes :

  1. L’insertion socioprofessionnelle
  2. L’accès à un logement décent
  3. L’accès à la santé et au traitement des assuétudes
  4. Le retissage des liens sociaux, intergénérationnels et interculturels.

En créant le PCS, la Wallonie veut garantir l’accès aux soins médicaux, à l’emploi, au logement, à la culture, à la formation pour tous les citoyens dans une société solidaire et respectueuse de l’être humain.

http://www.herve.be/fr/p/pcs-accueil

741

Herve est une ville francophone de Belgique située en Région wallonne dans la province de Liège. Sa population compte 17 213 habitants pour une superficie de 57 km2.

C'est la capitale de la région bocagère typique du Pays de Herve. La ville est réputée pour son commerce du fromage de Herve, AOP depuis 1996 - déjà AOC en 1936 - et sa cavalcade le lundi de Pâques.

La ville jouit d'un climat plus frais que le reste de la Belgique. Elle fait partie intégrante de la Haute Belgique (Altitude supérieure à 200 m). Les hivers peuvent être bien rigoureux (température pouvant descendre par nuits claires sous la barre des −18 °C dans les vallées) et les étés caniculaires peuvent faire monter la température (jusqu'à 35 °C).

Le paysage est vallonné sur le territoire de la commune, les principales surfaces agricoles sont destinées à l'élevage de vache laitière (pour la réalisation du fameux fromage de Herve). Les prairies plantées de vergers et bordées de haies y sont très présentes.

Le Plan se construit à partir d’un indicateur synthétique d’accès aux droits fondamentaux (ISADF), conçu par l’IWEPS, qui mesure le niveau de cohésion sociale de la commune, et d’un diagnostic de cohésion sociale. Ce dernier est réalisé par les services, les partenaires et les citoyens et recense les initiatives, publiques ou privées, déjà mises en œuvre sur le territoire de la commune mais aussi les attentes de la population et des acteurs et les besoins encore à satisfaire. Le PCS soutient prioritairement le travail en partenariat en vue de renforcer les complémentarités entre les actions des pouvoirs publics et celles des secteurs associatifs ou privés et de construire des réseaux d’opérateurs à l’échelon local ou supra-local.

En 2012, une co-évaluation participative a été réalisée sur les principes de la méthodologie SPIRAL. Elle a permis de mettre en évidence la plus-value considérable d’une démarche de coresponsabilité et d’en tirer les enseignements pour préparer le nouveau Plan de cohésion sociale démarré en 2014.

Pour plus de détails voir ci-dessous, la section résultats.

Crédit photo Ruben HolthuijsenContact coordinatrice PCS : SOLHI Wassila W.solhi@herve.be2014-11-06 15:352017-10-31 11:02

Mise à jour

Acteurs des groupes de coordination

Indicateurs

ID_INDCODEIndicateur enDescription enIndicateur frDescription frIndicateur ptDescription ptIndicateur arDescription arIndicateur roDescription roIndicateur ruDescription ruIndicateur bgDescription bg
1A00Access to essential ressources in generalTo have means of life, to be poor, to be richAccès aux moyens de vie en généralAvoir des moyens, manque de moyens de vie, être pauvre, être richeAcesso aos meios de subsistência em geralTer meios, falta de meios, ser pobre, ser rico
3A01Food / drinkAccess to food, drink, to a dietary regime (healthy, no GMOs, etc)AlimentationAccès à la nourriture, à la boisson, à un mode et une qualité d'alimentation,AlimentaçãoAcesso à alimentação, à bebida, a um modo e uma qualidade de alimentação
4A02Healthcare and medicineAccess to medication, to different types of care, surgery, hospitalsMédicaments et soinsAccès aux médicaments, aux différents types de soins, à la chirurgie, aux hôpitaux, qualité des soinsMedicamentos e cuidadosAcesso aos medicamentos, aos diferentes tipos de tratamentos, à cirurgia, aos hospitais, qualidade dos cuidados
5A03Housing / furnitureAccess to housing: houses, apartments and dependencies, furniture and equipment, connection to networks, heating, insulationLogement / aménagementAccès à un logement, mobilier et aménagement, raccordement aux réseaux électrique, chauffage, eau, isolation, qualité du logement,Alojamento, Equipamentoto físicoAcesso à habitação, mobiliário e equipamento, ligação às redes, aquecimento, isolamento, qualidade do alojamento
6A04ClothingAccess to clothing; clothes, shoes, fashionable clothingHabillement /aspect physiqueAccès à l'habillement ; vêtements, chaussures, maquillage, modes et types d'habillement, aspect physique,Vestuário, aspeto físicoAcesso ao vestuário; roupa, calçado, modo e tipos de vestuário, aspeto físico
7A05Education / trainingAccess to education, school, high quality teaching, vocational training, ongoing trainingÉducation / FormationAccès à l'éducation, à l'école, qualité d'enseignement, qualité de l?éducation, formation continue,Educação, FormaçãoAcesso à educação, à escola, qualidade de ensino, formação profissional, formação contínua
8A06Employment / workAccess to work, to employment, being unemployedEmploi / travail Accès au travail, à une activité professionnelle, être au chômage, type de travail (temps plein, partiel), salaireEmprego, trabalho, atividadeAcesso ao trabalho, a uma atividade profissional, estar desempregado, tipo de trabalho (tempo inteiro, parcial) salário
9A07Leisure culture / sports activitiesAccess to leisure activities, holidays, relaxation, sport, culture, reading, cinema, musicLoisirs, culture, sportsAccès aux loisirs, vacances, détente, sports, culture, lecture, cinéma, musique, prix des loisirs,Lazer, cultura, desportosAcesso ao lazer, férias, desportos, cultura, leitura, cinema, música, preços dos lazeres
10A08Purchasing power / personal financePurchasing power, purchase price levels, savings, debtPouvoir d'achat / financesRevenues, finances personnelles, niveaux des prix à l'achat, pouvoir d?achat, endettementPoder de compra, acesso às finançasRendimentos, finanças pessoais, níveis de preços de compra, poder de compra, dívidas
11A09Home care / personal servicesAccess to financial and material assistance, to personal services, institutional aidAides et servicesAccès aux aides financières et matérielles, aux services à la personne, aide des institutions, aide aux entreprisesAjudas e serviçosAcesso aos apoios financeiros e materiais, aos serviços às pessoas, apoio às instituições
12A10MobilityAccess to transport, public and privateMobilitéAccès aux moyens de transport, aux transports publics et privés,MobilidadeAcesso aos meios de transporte, aos transportes públicos e privados
13A11Information / exchangeAccess to information, newspapers, Internet, the different means of communicationInformation / échanges Accès à l'information, aux journaux, à Internet, aux différents moyens de communication, fracture numériqueInformação, intercâmbiosAcesso à informação, aos jornais, aos diferentes meios de comunicação, fratura digital
14B00Living environment in generalIsolation, pleasant environment, secure and safe living environment in general, problematic environmentCadre de vie en généralIsolement, cadre agréable, sécurité du cadre de vie en général, cadre problématique,Quadro de vida em geralIsolamento, quadro agradável, segurança do quadro de vida em geral, quadro problemático
16B01Healthiness/pollution/noisePollution, dirt, waste, healthy environment, noise, other forms of pollution, trafficSalubrité / pollution / bruitPollution, saleté, déchets, environnement sain, bruit, autres formes de pollution, circulationSalubridade, poluição, ruídoPoluição, sujidade, resíduos, meio ambiente são, barulho, outras formas de poluição, circulação
17B02Basic infrastructureRoads, cycle tracks, pavements, road safety, communication networks, water, energy, houses, land, buildings, hospitals, schools, urban planning, maintenance and accessibility of infrastructure and networksInfrastructures et équipements de baseRoutes, pistes cyclables, trottoirs, sécurité routière, réseaux communication, parkings, réseaux eau, énergie, terrains, immeubles, urbanisme, entretien et accessibilité des infrastructures et réseaux, gares, aéroports, portsInfra-estruturas e equipamentos de baseEstradas, ciclovias, passeios, segurança rodoviária, redes de comunicação, água, energia, casas, terrenos, imóveis, hospitais, escolas, urbanismo, manutenção e acessibilidade das infra-estruturas e redes; estações, aeroportos, portos
18B03Services infrastructureShops, public offices, post offices, banks, reception centres, child-care facilities, local servicesInfrastructures et équipements de servicesHôpitaux, écoles, magasins, bureaux publics, bureaux de poste, banques, structures d'accueil, garderie d'enfants, proximité de services, aménagements de transport publiqueInfra-estruturas e equipamentos de serviçosHospitais, escolas, lojas, serviços públicos, correios, bancos, estruturas de acolhimento, creches e jardins de infância, proximidade de serviços, criação de transportes públicos
19B04Meeting and leisure spacesParks, public places, common areas, playgrounds, all public places where people can meet upLieux de rencontres et de loisirsParcs, espaces communs, aires de jeux, tous les endroits publics focalisant sur la rencontre des personnesLocais de encontro e de lazerParques, espaços públicos, espaços comuns, áreas de lazer, todos os espaços públicos destinados ao encontro entre as pessoas
20B05Weather and natural phenomenaSun, rain, temperature, natural local conditions, natural phenomenaMétéo et phénomènes naturelsSoleil, pluie, température, conditions naturelles locales, phénomènes naturels,Meteorologia e fenómenos naturaisSol, chuva, temperatura, condições naturais locais, fenómenos naturais
21B06Landscape and living spacesContact with nature, green areas, woodland, countryside, mountains, rivers, preservation and upkeep of the landscapeEspace et paysageContact avec la nature, verdure, bois, campagne, montagne, rivières ; préservation, entretien du paysage, cadre esthétique de l'espace de vie,Ambiente e paisagemContacto com a natureza, verdura, campo, montanha, rios ; preservação e proteção da paisagem, quadro estético do espaço de vida
22B07Production and work conditionsFarming practices, industrial practices (organic, non-intensive farming, less polluting industries)Cadre de production et de travailPratiques agricoles, industrielles, agriculture bio, non intensive, pollution industrielle, conditions et matériel de travail,Quadro de produção e de trabalhoQualidade de vida ao trabalho, práticas agrícolas, poluição industrial, condições e equipamento de trabalho, ferramentas informáticas, desmaterialização, ferramentas numéricas, sobrecarga de trabalho
23C00Relations with and between organisations in generalExisting and quality of the governments in general, institutions, political system and economical world in generalRelations avec et entre les organisations en généralExistence et qualité générale des gouvernements, institutions, monde économique en général, système politique en généralRelações com e entre as organizações em geralExistência e qualidade geral dos governos, instituições, mundo económico em geral, sistema político em geral
25C01Fundamental rights/freedom of expressionHuman rights, social rights, rule of law, recognition by the state, freedom of expression, right to strikeDroits fondamentaux / reconnaissanceDroit de l'homme, Droits sociaux, état de droit, la reconnaissance par l'État, la liberté d'expression, droit à la grèveDireitos fundamentais, reconhecimentoDireitos humanos, direitos sociais, estado de direito, reconhecimento pelo Estado, liberdade de expressão, direito à greve
26C02Functioning of justiceJustice, respect for the law, regulations, courts, judges, lawyers, prisons, sanctions, police officers, security servicesFonctionnement de la justiceJustice, respect des lois, réglementations, tribunaux, juges, avocats, prisons, sanctions, policiers, services de sécurité, démarches judiciairesFuncionamento da justiçaJustiça, respeito das leis, regras, tribunais, juízes, advogados, prisões, sanções, polícias, serviços de seguridade, abordagens judiciarias
27C03Consultation/democracyFunctioning of democracy, participation in decisions and evaluation, dialogue between institutions and citizens, political systemConcertation / démocratieFonctionnement de la démocratie, participation aux décisions et évaluation, dialogue entre institutions et citoyens, dialogue avec les organisations privées,Concertação, democraciaFuncionamento da democracia, participação às decisões e avaliação, diálogo entre instituições e cidadãos, diálogo com as organizações privadas
28C04Transparency/communicationCommunication by public and private organisations, consistency between promises and action, level of information, freedom of the press, integrity, quality and behaviour of the mediaTransparence / communicationCommunication par les organisations publiques et privées, cohérence entre les promesses et les actes, niveau d'information, liberté de la presse, honnêteté, qualité et comportements des medias, gestion de l'information et des medias,Transparência, comunicaçãoComunicação pelas organizações públicas e privadas, coerência entre as promessas e os atos, nível de informação, liberdade de imprensa, honestidade, qualidade e comportamento dos media, gestão da informação e dos media
29C05Organisation, management, financeAll matters relating to public territorial management and organisational functioning, management of public funds, simplification of rules and formalities, taxes, corruption, bureaucracy, public serviceOrganisation, gestion, financesToutes les questions de gestion publique des services des territoires, le fonctionnement des organisations publiques et privées, gestion des deniers publics, simplification des règles et administrative, impôts, taxes, corruption, bureaucratie, service pub,Organização, gestão, finançasTodas as questões de gestão pública dos territórios e de funcionamento das organizações, gestão dos recursos públicos, simplificação das regras e administrativa, impostos, corrupção, burocracia, serviço público
30C06Access, information, contactReception, access to information, respect shown by public servants, facilitation of administrative procedures, informationAccès, information, et contactsRéception, accueil, accès aux informations, respect de la part des fonctionnaires, facilitation des démarches administrative, renseignements, relations avec les organisations privées (entreprises, NGO, etc?),Acesso, informação, contactosReceção, acolhimento, acesso às informações, respeito pelos funcionários, facilitação dos processos administrativos, informações, relações com as organizações privadas (empresas, NGO, etc...)
428C07Social Policy

Measures in the social sphere,support for the disadvantaged strata of society, guidelines for the "3rd sector", care

Politique socialeMesures dans la sphère sociale, soutiens aux personnes désavantagées, ligne de conduite pour le tiers secteur, soinsPolitica socialMedidas no domínio social, o apoio para os estratos mais desfavorecidos da sociedade, orientações para o "terceiro sector", cuidado
31D00Personal relations in generalHaving relationships, close friends; being alone, rejected, betrayed; being appreciated, listened to, understood, helped; being loved; getting on with the people around one; having good friends and neighboursRelations personnelles en généralAvoir des relations personnelles, relations avec les proches, être seul, qualité des relations, entente avec son entourage, être entouré, sentiments envers ses proches, aleas et difficultésRelações pessoais em geralTer relações pessoais, ter próximos, estar só, qualidade das relações, bons termos com os que o, a rodeiam, sentimentos para os próximos, dificuldades
33D01Couple / sentimental and sexual relationshipsHaving sexual and/or loving relationships, having a partner, being married, sharing one's life with someone else, quality of these relationshipsCouple / relations sexuelles, sentimentalesAvoir des relations sentimentales, être en couple, être marié, vie de couple, qualité de la relation de couple, relations sexuellesCasal, relações sexuais e, ou sentimentaisTer relações sexuais e, ou sentimentais, viver em casal, estar casado, qualidade destas relações
34D02Family life / family relationsHaving a family, parents, family life, being close to one's family, ups and downs/joys of family life, family understanding, having a babyVie de famille / relations familialesAvoir une famille, des parents, vie de famille / être en famille, proximité avec sa famille, aléas et difficultés / bonheurs de la vie familiale, entente familiale, avoir des enfants, santé des membres de la familleVida de família, relações familiaresTer uma família, pais, vida de família, estar em família, proximidade com a sua família, dificuldades e virtudes da vida familiar, entendimento familiar, ter filhos, saúde dos membros da família
35D03Friends / relations with friendsHaving friends, being able to count on friends, time spent with friends, reciprocal friendshipAmitié / relations amicalesAvoir des amis, pouvoir compter sur ses amis, moments passés avec les amis, amitié réciproque, santé des ses amis, sentiments envers ses amis,Amizade, relações amigáveisTer amigos, poder contar com os amigos, momentos passados com os amigos, amizade recíproca, saúde dos amigos, sentimentos para os amigos
36D04Relations within the neighbourhoodHaving contacts/relations with neighbours, agreement/discord with neighbours, time spent in company of neighbours, calm neighbourhoodRelation de voisinageAvoir des contacts/relations avec ses voisins, accords / troubles avec ses voisins, temps passé avec ses voisins, tranquillité du voisinage,Relações de vizinhançaTer contactos, relações com os vizinhos, acordos, desacordos com os vizinhos, tempo passado com os vizinhos, tranquilidade da vizinhança
37D05Relations at workRelations with one's employer, colleagues, hierarchical relationships at work; being accepted, respected by colleagues, quality of relations at work (harmony at work, conflict/harassment, atmosphere)Relations dans le travailRelations avec son employeur, ses collègues, relations de hiérarchie dans le travail ; être accepté, respecté par ses collègues ; qualité des relations dans le travail (bonne entente dans le travail, conflits / harcèlement, ambiance),Relações no trabalhoRelações com o seu empregador, os seus colegas, relações de hierarquia no trabalho, ser aceitado, respeitado pelos colegas, qualidade das relações no trabalho (boas relações de trabalho, conflitos, abusos, ambiente)
424D06 Relations with animals

To have a pet, an animal to provide company, feelings towards pets, activities with pets

Relations with animals

Avoir un animal domestique, animal de compagnie, sentiments pour les animaux, activités avec les animaux

Relações com os animaisTer um animal de estimação sentimentos em relação a animais de estimação, problemas com animais de estimação
429D06Relations with animals

To have a pet, an animal to provide company, feelings towards pets, activities with pets, problems of pets

Relations avec les animauxAvoir un animal de compagnie, sentiments envers les animaux de compagnie, problèmes liés aux animaux de compagnieRelações com os animaisTer um animal de estimação sentimentos em relação a animais de estimação, problemas com animais de estimação
Page: 1/3Dernier Page
123

Catégories

CODECategory frCategory enCategory roCategory ptCategory itCategory rudernière modif.
R--OppositionOppositionOpozițieOpposition (pt)2012-05-17 15:43
P--PossibilitéPossibilityExcludereCondição2012-05-17 15:44
O--ObtentionAttainmentObținerePossessão2012-05-17 15:44
Q--QualitéQualityCalitateQualidade2012-05-17 15:44
S--SoutenabilitéSustainabilitySustenabilitateDurabilidade2012-05-17 15:44

Groupes homogènes

Paramètre incorrect ou manquant pour le plugiciel. Liste des formulaires

test plugin list? test full data page?


Dernière modification de la page : Samedi 07 avril 2012 21:50:42 UTC